sábado, 9 de junho de 2012

GILBERTO GIL CANTA "UM SONHO" e o GRITO DE INDEPENDÊNCIA À BELO MONTE.


NÃO PODEMOS ESQUECER DO GRANDE DESASTRE AMBIENTAL QUE É BELO MONTE, VAMOS MINHA GENTE, NOS CONSCIENTIZARMOS QUE ESTAMOS AQUI NESTA TERRA PARA EVOLUIRMOS, AO CONTRÁRIO DO QUE ESTÁ SENDO FEITO EM NOME DO DESENVOLVIMENTO ESTAMOS PERMITINDO A DESTRUIÇÃO NÃO SÓ DAS MATAS, DA NATUREZA, MAS ESTAMOS DIZIMANDO POVOS, ETNÍAS, CULTURAS, SERES HUMANOS E A PRÓPRIA NATUREZA EM SI, TEMOS QUE ACORDAR DESSE PESADELO e SONHAR COM UM MUNDO MAIS HUMANO INTEGRADO NATUREZA CONVIVENDO PACIFICAMENTE E PRINCIPALMENTE RESPEITOSAMENTE, NINGUÉM É DONO DE NADA nesta TERRA, NÓS ESTAMOS DE PASSAGEM, TEMOS APENAS QUE CONSERVAR, PRESERVAR E CUIDAR PARA TODOS INCLUINDO NOSSOS DESCENDENTES, IRMÃOS DE CAMINHADA E PRINCIPALMENTE RESPEITARMOS A OBRA DIVINA QUE DEUS NOS PRESENTEOU TODA ESSA NATUREZA DESLUMBRANTE E MAGNÍFICA AO NOSSO DISPOR, NÃO FOI PARA DESTRUIRMOS E SIM NOS ORGANIZAMOS EM UM ÚNICA CIVILIZAÇÃO DOS HOMENS DE BOA FÉ.
POR TANTO VAMOS GRITAR PARA TODO MUNDO OUVIR
INDEPENDENCIA À BELO MONTE PARA QUE HAJA VIDA EM ABUMDÂNCIA.
Sandra UGA

Contribuição de Marcos BiLibio

Publicado em 04/06/2012 por
"Um sonho", canção de Gilberto Gil de 1977, gravada no CD "Parabilcamará" em 1992, voltou a circular com força na internet em meados de 2012, um pouco antes da Conferência da ONU sobre Sustentabilidade -- a Rio + 20 --, por sua dramática atualidade. Simpatizante da luta das populações afetadas pela construção da usina de Belo Monte no "rio da diversidade nacional", Gil gentilmente cedeu a música para que se tornasse uma espécie de hino do encontro Xingu +23, onde ribeirinhos, pescadores, indígenas, agricultores e outros impactados se unem para resistir à hidrelétrica. Para saber mais sobre o evento, que acontece de 13 a 17 de junho de 2012, entre no site http://www.xinguvivo.org.br/x23/.
Com agradecimentos a #ATOA
[ Para ver em tablets e smartphones: https://vimeo.com/43477877 ]


Desmatamento feito pelo canteiro de obras. Obra funcionando à base de licença PARCIAL de operação dada pelo Ibama. Inicio da morte do Rio Xingú. Contribuição:

Mário F. Neto






Cada ponto vermelho o o fim da floresta que ao que parece somente restará em reservas indígenas - o que já acontece ao longo do rio Xingú.é um projeto similar ao de Belo Monte, mas de menor porte. Já é sabido que uma usina traz consigo desmatamentos e urbanização no entorno pois alguns trabalhadores após o fim da obra fixam moradia no local e sobrevivem da extração de madeira, criação de gado e outras práticas incompatíveis com a manutenção da mata amazônica. Essas usinas atestarão.
O avanço das hidrelétricas, pastagens e soja na amazônia está selando o futuro da biodiversidade nativa e pouco estudada da região.

Nos estados de Mato Grosso e Rondônia os desmatamentos são gigantescos, todos vistos pelos sistemas de monitoramento via satélite do governo. Era de se esperar omissão não é mesmo? Esperar o que de um Brasil com grande bancada ruralista no congresso e o executivo fazendo uma usina ilegal no Pará?

Mário F. Neto
Foto: Foto de Save Xingu

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